And it still amazes me...the peace we bring to each other.
People like you
on 03 outubro 2012
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I honestly
don’t know how you people do it.
How you
manage to go through daily wife without breaking a sweat.
How you
sleep at night with a heavy conscience.
How happy
you feel with other people’s misery and despair.
And I
really don’t get why you think we should put you on a pedestal
And thank
you for whatever the fuck you think you’re giving to us.
And don’t
see how small you are, how ignorant.
You little
narrow-minded bastard, with your ridiculous need to show how empowered you are.
Come to
think of it, I think I pity you.
In the end,
we (really, really) need to spend less time wasting our energy, wit and words
on you.
You are
simply not worth the effort.
The process of love
on 26 setembro 2012
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The process
has begun.And I must
endure it with a smile, swallow my tears and blindfold this heart.I must look
up, look forward. See the future ahead, believe in it.Believe in
my own strength and take one step at a time.
I must feel
less, think less.Put things at work and go with the flow, the numbness of trivial tasks.
I am sure I am loved.
And that I love back with, at least, the same intensity.
So I’ll endure even though the process has begun.
on 17 setembro 2012
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Diz-me que vai ficar tudo bem. E que vai ser bom esperar por ti, pela palavra e pelo toque.
Que vai desabar o teto com as chuvas de outono mas nós estaremos abrigados.
Que a luz pelas janelas vai valer a pena e o passar do relógio também.
Diz-me 'os teus olhos' e 'o teu sorriso'.
Diz-me que acreditas porque sabes a verdade.
Que eu vou ter tempo para ler os livros empilhados,
experimentar novos chás e embarcar em sonos profundos.
Que a espera aproxima, que a espera intensifica.
Diz-me o quão crescidos estamos, o quão adultos somos
e o valor de todos os abraços para compensar essa ausência.
E enquanto te digo palavras que me doem na garganta e na alma,
mas em que reconheces o quanto te amo por dizer-tas,
limpa-me as lágrimas e diz-me 'Cheguei a casa'.
Que vai desabar o teto com as chuvas de outono mas nós estaremos abrigados.
Que a luz pelas janelas vai valer a pena e o passar do relógio também.
Diz-me 'os teus olhos' e 'o teu sorriso'.
Diz-me que acreditas porque sabes a verdade.
Que eu vou ter tempo para ler os livros empilhados,
experimentar novos chás e embarcar em sonos profundos.
Que a espera aproxima, que a espera intensifica.
Diz-me o quão crescidos estamos, o quão adultos somos
e o valor de todos os abraços para compensar essa ausência.
E enquanto te digo palavras que me doem na garganta e na alma,
mas em que reconheces o quanto te amo por dizer-tas,
limpa-me as lágrimas e diz-me 'Cheguei a casa'.
on 16 setembro 2012
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As margens que oprimem, que encerram a distância, que afastam, que torturam...
...galgo-as com a urgência de ti e a urgência da liberdade.
on 10 agosto 2012
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Respiro. Preparo-me para o mergulho.
Dias de transpiração lenta, ao som do mar, da serra ou das vozes familiares.
Dias de sol presente até que resolva pôr-se, de noites prolongadas até perder os ponteiros da bússola, do relógio ou da alma.
Água fresca para a pele sentir as oportunidades.
Copos cheios, meios, vazios para a cabeça deslizar para uma rotação mais lenta.
Quer-se descanso.
Quer-se o riso, os encontros e reencontros.
Ao meu lado
on 06 julho 2012
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Pela coragem de perceber que se errou, de admitir que se errou e de ter a humildade para saber pedir desculpa.
Pela coragem do confronto e das palavras arrancadas à força e da humildade para conseguir perdoar.
Por isso,
Quero-te sempre ao meu lado.
Pela coragem do confronto e das palavras arrancadas à força e da humildade para conseguir perdoar.
Por isso,
Quero-te sempre ao meu lado.
A Batalha
on 02 julho 2012
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Ataca em todas as direções, em todas as frentes.
Morde, agarra, arranha.
Vê-se refletido no olhar animal.
Caçador e presa.
Faminto, desejoso.
E, por fim, em repouso nos meus braços.
Damage control
on 29 junho 2012
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Because I cannot kiss you ‘good morning’.
Because I cannot kiss you ‘goodnight’.
Yet.
Because I cannot kiss you ‘goodnight’.
Yet.
O enterro
on 28 junho 2012
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Cavava na terra o negrume do passado e a angústia do
presente.
Torrões grandes, castanhos do fel. E as raízes impossíveis a
enlear-se na enxada.
E o homem em esforço, veias grossas nos braços, palpitantes
na testa escorrente de suor.
E grossos os punhos, pilares da razão.
Cavava, fundo, de camisa preta, de calças pretas, de chapéu
preto.
E enterrava o badalar do sino e o sangue a pingar do centro
do seu peito.
Arrancaram-lhe o coração quando lhe mataram o menino.
À terra voltarás.
Em nome do Pai.
E cavava, cavava o fosso profundo da saudade.
O navio
on 27 junho 2012
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Navegava com os outros.
Os outros seguiam na proa, caminhavam sobre um chão de água em círculos, pensavam em quadrados e conversavam em linhas retas.
Ela navegava à bolina. Não lhe interessava o destaque da proa mas antes o vento veloz na pele, o recorte das nuvens e a espuma das ondas a desenhar possibilidades.
Trazia pouca bagagem, numa mala gasta de couro que arrumava debaixo da cama todas as noites, para que não fugissem de lá as certezas. Nas pausas mortas em que os outros vestiam traje de gala ela preferia ver passar as estrelas e sentar-se, de pés a pender sobre o infinito.
Deitava-se a sonhar e a fazer riscos na parede com a passagem das milhas atlânticas.
Os outros entristeciam com o fim do brilho ofuscante da opulência.
Ela sorria enquanto via o horizonte e lhe esperava o recorte definido do sítio onde morava o seu coração.
Os outros seguiam na proa, caminhavam sobre um chão de água em círculos, pensavam em quadrados e conversavam em linhas retas.
Ela navegava à bolina. Não lhe interessava o destaque da proa mas antes o vento veloz na pele, o recorte das nuvens e a espuma das ondas a desenhar possibilidades.
Trazia pouca bagagem, numa mala gasta de couro que arrumava debaixo da cama todas as noites, para que não fugissem de lá as certezas. Nas pausas mortas em que os outros vestiam traje de gala ela preferia ver passar as estrelas e sentar-se, de pés a pender sobre o infinito.
Deitava-se a sonhar e a fazer riscos na parede com a passagem das milhas atlânticas.
Os outros entristeciam com o fim do brilho ofuscante da opulência.
Ela sorria enquanto via o horizonte e lhe esperava o recorte definido do sítio onde morava o seu coração.
Promessas
on 26 junho 2012
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Passar a trazer diariamente a máquina fotográfica na mala.
Tentar e (acreditar!) que vou aprender a andar de patins.
Continuar a fazer planos e a procurar soluções alternativas.
Continuar a comer sopa.
Manter por perto as mãos cheias de gente que me quer bem (e que eu quero bem de volta).
Abusar do protetor solar.
Abusar dos momentos bons, sem medo de os viver.
Sorver os minutos e as horas.
E manter presentes as certezas inabaláveis.
Tentar e (acreditar!) que vou aprender a andar de patins.
Continuar a fazer planos e a procurar soluções alternativas.
Continuar a comer sopa.
Manter por perto as mãos cheias de gente que me quer bem (e que eu quero bem de volta).
Abusar do protetor solar.
Abusar dos momentos bons, sem medo de os viver.
Sorver os minutos e as horas.
E manter presentes as certezas inabaláveis.
Me
on 20 junho 2012
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And so I stand there and cry.
And everything is overwhelming. Every single thing.
Even the littlest of things is enough to bring out the waterworks: your embrace, your smile, your taste, your scent, the corners where I fit perfectly.
But also: the thought of losing you, of disappointing you.
I stumble on my own words (the ones you make me speak – ‘talk to me, don’t shut down’). But I don’t run away anymore and I bring thoughts, feelings, dreams out loud.
I stumble on this ever aching fearful heart of mine.
My life was just something I lived by (sometimes I think I even stepped outside and just let it roll, losing track, just tagging along).
And then you came along.
And now I’m alive.
(and that, oh yes, brings tears to my eyes)
And everything is overwhelming. Every single thing.
Even the littlest of things is enough to bring out the waterworks: your embrace, your smile, your taste, your scent, the corners where I fit perfectly.
But also: the thought of losing you, of disappointing you.
I stumble on my own words (the ones you make me speak – ‘talk to me, don’t shut down’). But I don’t run away anymore and I bring thoughts, feelings, dreams out loud.
I stumble on this ever aching fearful heart of mine.
My life was just something I lived by (sometimes I think I even stepped outside and just let it roll, losing track, just tagging along).
And then you came along.
And now I’m alive.
(and that, oh yes, brings tears to my eyes)
You
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You've seen my highs.
You've witnessed my lows.
I hid my face in the pillow choking up my tears.
But you made me look you in the eyes.
You've seen me vulnerable, unsure, afraid.
At moments of pleasure and ecstasy.
In moments of sorrow and sadness.
With you. Away from you.
You smile back at me when I feel like a little kid.
You've played hide and seek.
Catch me if you can.
And we've got a water pistol duel to come.
You stood beside me.
Held my chin up.
Encouraged me to dream.
Looked with amusement at my little things.
Held me time and time again in your arms.
Whispered in my ear.
Took me for the ride.
Made plans.
You've compromised.
You gave your all.
You've witnessed my lows.
I hid my face in the pillow choking up my tears.
But you made me look you in the eyes.
You've seen me vulnerable, unsure, afraid.
At moments of pleasure and ecstasy.
In moments of sorrow and sadness.
With you. Away from you.
You smile back at me when I feel like a little kid.
You've played hide and seek.
Catch me if you can.
And we've got a water pistol duel to come.
You stood beside me.
Held my chin up.
Encouraged me to dream.
Looked with amusement at my little things.
Held me time and time again in your arms.
Whispered in my ear.
Took me for the ride.
Made plans.
You've compromised.
You gave your all.
on 10 abril 2012
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Desce a mesma calçada, com a mesma chuva, a mesma música nos ouvidos.
E cai-lhe, de súbito, a certeza e a lembrança daqueles passos.
Iguais até há bem pouco tempo atrás.
Não percebe como os arrastou tanto tempo.
De certo amarrados no lenço, ao pescoço.
Mas esse lenço esvoaça agora, de quando em vez.
Junto ao mar, montado no conforto e na cumplicidade.
Esvoaça enquanto alguém lhe toca no joelho.
Esvoaça enquanto canta alto porque ninguém ouve.
Esvoaça enquanto alguém lhe aponta um arco-íris ou as nuvens da cor do fim do mundo.
E voa, livre, quando percebe que aquela calçada, aquela chuva e toda a música do mundo nunca mais serão iguais.
E cai-lhe, de súbito, a certeza e a lembrança daqueles passos.
Iguais até há bem pouco tempo atrás.
Não percebe como os arrastou tanto tempo.
De certo amarrados no lenço, ao pescoço.
Mas esse lenço esvoaça agora, de quando em vez.
Junto ao mar, montado no conforto e na cumplicidade.
Esvoaça enquanto alguém lhe toca no joelho.
Esvoaça enquanto canta alto porque ninguém ouve.
Esvoaça enquanto alguém lhe aponta um arco-íris ou as nuvens da cor do fim do mundo.
E voa, livre, quando percebe que aquela calçada, aquela chuva e toda a música do mundo nunca mais serão iguais.
on 10 março 2012
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Stories and tales. Fine stories, beautiful tales.
Building them around me.
Deconstructing myself to the core.
Smiling more than ever before.



